As redes sociais e o Brasil


Imagem ilustrada

As redes sociais, segundo pesquisas, às vezes, dividem as pessoas, mas tem importância inegável, pois libertam para expressar suas opiniões. Eu as uso com muita responsabilidade e acatando quaisquer opiniões em contrário.

Por exemplo, confesso que é fácil se constatar hoje um desalento com a vida pública desse país e que se encontra em marcha acelerada, uma delapidação no capital ético, quando se refere a elite dirigente, que não investe nos bons costumes e na construção de um sólido capital humano.

Alguém já disse que os intelectuais, os artistas, os grandes empresários e os políticos deveriam formar a consciência ética da nação, mas muitos deles estão envolvidos em escândalos e assim contribuindo na grave crise ética que atinge grande parte da população, por isso hoje quase 50% do eleitores não sabem em quem votar.

São poucos os candidatos com experiência, competência e ficha limpa. E o mais grave: existe um apego muito grande pelos cargos e de reparti-los com seus familiares e isso não pega bem junto ao povo, que os elege e paga tudo com seus impostos.

Assim precisa acabar com esse projeto familiar tão presente hoje na vida política do país. Quanto ao Congresso que ele vote as grandes reformas que o país necessita e que possa oferecer ao povo brasileiro melhores condições de saúde, de educação e segurança.

Não há justificativa para o Congresso não modernizar o país através das reformas tributária, eleitoral, providenciaria e muitas leis obsoletas que emperram o desenvolvimento do país. Se o Congresso não vota, o STF se transforma num órgão julgador e legislador, como agora está decidindo sobre o foro privilegiado, uma solução desejada pela maioria do povo brasileiro.

Essa é a grande verdade.

Por Francisco Evangelista. Advogado e empresário

Anterior 1ª pesquisa com Barbosa fora do páreo
Próximo Cartaxo convence Eduardo a filiar-se ao PV

Sem Comentário

Deixe uma Resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *