Polícia Militar e TRE no combate às ‘fake news’ na Paraíba


Polícia vai desenvolver ferramenta para facilitar denúncias
Polícia vai desenvolver ferramenta para facilitar denúncias

O planejamento da segurança para as Eleições 2018 na Paraíba começou a ser efetivado nesta segunda-feira (14). O presidente do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), desembargador Romero Marcelo da Fonseca, se reuniu com toda a cúpula da Polícia Militar, onde tratou sobre os preparativos para este ano. Entre as novidades, está o combate ao “fake news”, que são as notícias falsas e boatos que são propagados na internet. A PM vai desenvolver ferramentas para facilitar as denúncias desses casos por parte da população.

“Apresentamos nossas recomendações e ponto de vista sobre o tema segurança nas eleições, tivemos a oportunidade de dialogar com todos os comandantes de unidades da Polícia Militar no Estado e agora vamos continuar esse planejamento de forma conjunta, para termos no dia da eleição uma verdadeira festa da democracia, marcada pela tranquilidade”, disse o presidente do Tribunal Regional Eleitoral, desembargador Romero Marcelo da Fonseca Oliveira.

Canal contra as ‘fake news’

Segundo a PM, a Coordenadoria de Tecnologia da Informação da PM, em parceria com a Coordenadoria de Inteligência, vai desenvolver uma ferramenta para que a população denuncie os propagadores de notícias falsas ou boatos na internet. Será disponibilizado um canal de denúncia, onde as pessoas vão poder indicar números de telefone que estão com essa prática em grupos de mensagens instantâneas, bem como os perfis suspeitos das redes sociais. O combate será feito de forma conjunta com o Tribunal Regional Eleitoral.

“Temos experiências bem sucedidas da segurança nas eleições de 2012, 2014 e 2016, com a operação Voto Seguro, que será aprimorada para este ano, com aumento da capacidade logística e a chegada de novos efetivos. Atuaremos também em conjunto com o TRE para monitorar e identificar pessoas responsáveis por gerar ‘fake news’ ou qualquer outra prática que atente contra a tranquilidade das eleições”, frisou o coronel Euller Chaves, comandante-geral da Polícia Militar.

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